Obras do complexo do Parque do Sabiá continuam paradas

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Fonte: Jornal Correio.

Continuam paradas as obras da requalificação do Parque do Sabiá e da primeira etapa do Parque Aquático Municipal. A primeira, que consiste na construção de um restaurante panorâmico, um quiosque, três banheiros e a reforma de outros três, e é de responsabilidade do Município, está prevista para ser retomada ainda neste ano. Já a construção do Parque Aquático, ao lado da Arena Sabiazinho, que demanda recursos do Estado e da União, mas é executada pela Prefeitura, não tem previsão de ser reiniciada. Estas são duas das obras paradas na cidade, assunto da série especial de reportagens do CORREIO de Uberlândia publicada às quartas-feiras.

As obras de requalificação do Parque do Sabiá começaram em 2011 e estão paradas há quase dois anos, desde agosto de 2014. Segundo o secretário municipal de Obras, Fernando Nascimento, a expectativa para a conclusão do restaurante, quiosque e para a reforma dos banheiros do parque também é para o fim deste ano. “Ainda neste mês, vamos lançar uma nova licitação para contratação de uma empresa que conclua estas obras. A construtora anterior já havia entregue os três novos banheiros, que estão em funcionamento”, afirmou Nascimento.

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A obra foi interrompida depois que a construtora licitada em 2011 desistiu do contrato diante de constantes atrasos nos repasses, disse o secretário. A licitação, no fim deste mês, é o segundo prazo apresentado por Nascimento que, em reportagem anterior do CORREIO de Uberlândia, em março deste ano, afirmou que realizaria o processo naquele mês. De acordo com ele, outros R$ 140 mil serão aplicados na conclusão das obras orçadas, inicialmente, em R$ 1,382 milhão. “Esse recurso final está depositado e disponível. Ele foi conseguido a partir de um convênio com a Caixa Econômica Federal”, disse.

Duas construtoras contratadas desistiram por falta de repasses

A primeira etapa do Parque Aquático começou em 2008 e foi interrompida, pela primeira vez, em 2011, por desistência da primeira empresa. Neste mesmo ano, outra construtora, que não estava entre as concorrentes da licitação, foi chamada. Assim como a primeira, esta desistiu e a obra voltou a parar em setembro de 2013, como está até hoje, dois anos e nove meses depois. Ambas empresas desistiram por falta de repasses.

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O secretário de Obras, Fernando Nascimento, afirmou não haver previsão de retomada, uma vez que, os recursos empregados fazem parte de um convênio entre governos Estadual e Federal. “O último repasse feito foi no dia 23 de junho de 2014 para pagar o que havia sido executado em 2012”, disse.

Orçada inicialmente em R$ 5,9 milhões, o Parque Aquático teve R$ 5,741 milhões contratados com a segunda empresa. Até hoje, R$ 3,471 milhões foram executados e, segundo Nascimento, além dos R$ 2,270 milhões restantes, outros R$ 2,150 milhões são necessários para garantir o funcionamento da primeira etapa da obra. Esse acréscimo de recursos contempla equipamentos, como uma casa de força e uma rampa de acessibilidade.

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